Dizem que tudo na vida é aprendizado.
E eu acredito que quando a vida nos dá uns sustos, é hora de prestar mais atenção nela.
Nesse fim de semana, passei por um momento tenso. Bem tenso!
Do tipo “só não morri porque não era a minha hora”.
Eu não sou de me apavorar, mas confesso que dessa vez pensei no pior.
E nesse momento, me dei conta do quão fina, leve e frágil é a linha que separa a vida da morte.
Foram segundos, que pareceram uma eternidade.
Passado o susto, foi inevitável não perguntar:
E se fosse realmente a minha hora?
E se eu passasse para o lado de lá da linha?
E as respostas que encontrei me deixaram tão assustada quanto o fato em si.
Quantos sonhos eu deixaria por realizar!
Quanta coisa não dita e não feita!
E por que?
Medo, vergonha, orgulho...
Posso achar vários motivos (ou melhor, desculpas). Mas qual a real importância deles?
Perdemos tanto tempo nos preocupando com coisas tão pequenas!
Deixamos passar tantas oportunidades.
Achamos que temos controle de tudo, sem entender que o amanhã ou o depois pode realmente não chegar.
Sabe aquele clichê de mensagens motivacionais: viver cada momento como se fosse o último?
Esse foi o aprendizado da vez.
O que tem tudo a ver com o que escrevi no último post.
Descomplicar. Viver intensa e verdadeiramente.
Parece que a vida quer realmente que eu entenda isso... nem que seja na marra!
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Eu estava escrevendo um outro texto para abrir as postagens de 2011, mas depois dessa rolou uma mudança de planos. Precisava desabafar...rsrs
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Um comentário:
E quem disse que clichês não servem de nada?
Felizmente colocaram mais uma ficha na nossa vida, resta a nós aproveitar essa ficha até não dar mais... =)
Bjo!
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