Dizem que nada acontece por acaso. E eu acredito fortemente nisso.
Pode até ser teoria de conformista, como muitos acham. Para mim, é a pura verdade.
Talvez, no momento em que o acontecimento se dá, não entendemos a sua importância ou sua razão de ser. Mas, em algum momento, ela se revela. Se não totalmente, aos poucos, nos levando a compreender o porquê de tudo aquilo. Comigo, pelo menos, é sempre assim!
O que me levou a começar o post com toda essa filosofia, foi um encontro que tive esses dias com amigos muito queridos. Tão queridos, que são chamados de irmãos.
No início, essa expressão (irmão!) era um tanto casual e superficial. Hoje, posso dizer que é mais do que apropriada, dado o carinho que tenho por eles e que surgiu “por acaso”.
Para entender melhor, vou fazer um resumo de como os conheci:
Encontro de jovens. Um círculo formado por algumas pessoas. Pessoas que nunca tinham se visto antes, compartilhando um final de semana inteiro. Um pensamento: o que eu estou fazendo aqui?
Pois é, era só isso que eu pensava quando os vi pela primeira vez.
Porém, hora vai, hora vem, choro aqui, risadas ali e aqueles desconhecidos se transformaram em uma família. Pessoas que surgiram “do nada”, ocuparam um lugar tão especial na minha vida que se tornaram essenciais. Infelizmente, as ocupações e a correria da vida, muitas vezes, não permite que nos encontremos com a freqüência que gostaria. Mas, a cada reencontro, entendo perfeitamente o porquê da vida ter colocado aquele final de semana no meu caminho.
O “o que estou fazendo aqui?” se transformou em “ainda bem que eu fui!”
É... Vai duvidar das razões da vida...
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Um comentário:
É, mana... foi um dos melhores dias da minha vida também... saudades de vc! Mas é bom lembrar daquele dia, tudo tão intenso, fez a gente criar essa amizade que vai durar pra sempre! Criou essa família!!!
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